Durante a Idade Média houve a tentativa massiva de eliminar a prostituição, impulsionada pela em parte pela moral cristã mas também no grande surgido de DSTs Em contrapartida, havia o culto ao casamento cortês, onde a política e a economia excediam aos sentimentos, e as uniões eram arranjadas somente por interesse reforçam ainda mais a prostituição. Em muitas Cortes, o poder das prostitutas era muito grande: muitas tinham conhecimento de questões do Estado, tanto que a prostituição passou a ser regulamentada.
Quando houve a Reforma religiosa no século XVI, o puritanismo começou a animar de forma significativa na política e nos costumes. Somada a este evento, como já mencionado, aconteceu uma grande epidemia de doenças sexualmente transmissíveis. A Igreja Católica enfrentou frontalmente o problema da prostituição, lançando mão de recursos teológicos (dogmas, tradição e textos Bíblicos). Com a acção da Igreja Católica e das igrejas protestantes que surgiam a prostituição foi afastada a uma posição de clandestinidade, apesar da persistência de algumas cortesãs nas cortes Europeias e de suas colónias.
Quando houve a Reforma religiosa no século XVI, o puritanismo começou a animar de forma significativa na política e nos costumes. Somada a este evento, como já mencionado, aconteceu uma grande epidemia de doenças sexualmente transmissíveis. A Igreja Católica enfrentou frontalmente o problema da prostituição, lançando mão de recursos teológicos (dogmas, tradição e textos Bíblicos). Com a acção da Igreja Católica e das igrejas protestantes que surgiam a prostituição foi afastada a uma posição de clandestinidade, apesar da persistência de algumas cortesãs nas cortes Europeias e de suas colónias.
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