quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Revolução industrial

Com a chegada da Revolução Industrial, houve um crescimento na prostituição. As mulheres de então passaram a somar à força de trabalho, e como as condições eram desumanas, muitas passaram a prostituir-se em troca de favores dos patrões e encarregados, expandindo novamente a prostituição e o tráfico de mulheres. Somente em 1899 aconteceram as primeiras iniciativas para acabar com a escravidão e exploração sexual de mulheres e meninas. Vinte e dois anos mais tarde, a Sociedade das Nações mobilizou-se para tentar erradicar o tráfico para fins sexuais de mulheres e crianças.

cristianismo e idade média

Durante a Idade Média houve a tentativa massiva de eliminar a prostituição, impulsionada pela em parte pela moral cristã mas também no grande surgido de DSTs Em contrapartida, havia o culto ao casamento cortês, onde a política e a economia excediam aos sentimentos, e as uniões eram arranjadas somente por interesse reforçam ainda mais a prostituição. Em muitas Cortes, o poder das prostitutas era muito grande: muitas tinham conhecimento de questões do Estado, tanto que a prostituição passou a ser regulamentada.
Quando houve a Reforma religiosa no século XVI, o puritanismo começou a animar de forma significativa na política e nos costumes. Somada a este evento, como já mencionado, aconteceu uma grande epidemia de doenças sexualmente transmissíveis. A Igreja Católica enfrentou frontalmente o problema da prostituição, lançando mão de recursos teológicos (dogmas, tradição e textos Bíblicos). Com a acção da Igreja Católica e das igrejas protestantes que surgiam a prostituição foi afastada a uma posição de clandestinidade, apesar da persistência de algumas cortesãs nas cortes Europeias e de suas colónias.

Israel

A prostituição era severamente reprimida dentro da cultura judaica. Segundo a lei mosaica, as prostitutas poderiam ser sujeitas a penas severas até com a morte. No entanto, verifica-se que na prática houve situações de tolerância.