No Brasil, numa pesquisa do Ministério da Saúde e da Universidade de Brasília indica que no segundo semestre de 2005 quase 40% das prostitutas estavam na profissão, no máximo há quatro anos, facto que seria um indício de que a prostituição estaria ligada à juventude e, quando sentem o tempo passar, ficariam desesperadas. Já o Centro de Educação Sexual, uma ONG que realiza trabalhos com raparigas e rapazes do Rio de Janeiro e Niterói, diz que a maioria se prostitui para sobreviver, embora muitas pessoas sonham em encontrar um amor, apesar de acreditar que vão carregar uma cicatriz.
A actividade de prostituição no Brasil em si não é considerada ilegal, não incorrendo em penas nem aos clientes, nem às pessoas que se prostituem. Entretanto, o desenvolvimento à prostituição e a contratação de mulheres para actuarem como prostitutas é considerado crime, punível com prisão.
A actividade de prostituição no Brasil em si não é considerada ilegal, não incorrendo em penas nem aos clientes, nem às pessoas que se prostituem. Entretanto, o desenvolvimento à prostituição e a contratação de mulheres para actuarem como prostitutas é considerado crime, punível com prisão.
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